Aeroportos de todo o mundo

A medida não afeta brasileiros e nem imigrantes com prévia autorização de residência no país

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O governo brasileiro editou uma portaria na noite de quinta-feira (19) proibindo a entrada no país por via aérea de estrangeiros vindos de 12 blocos e países, incluindo toda a União Europeia, a China e o Japão, mas deixou de fora os Estados Unidos, que têm hoje o sexto maior número de casos de coronavírus registrados no mundo e a segunda maior velocidade de crescimento da epidemia.

A portaria, publicada em Edição Extra do Diário Oficial, restringe por 30 dias a entrada de estrangeiros vindos da China, de todos os países que compõe a União Europeia, Islândia, Noruega, Suíça, Reino Unido, Irlanda do Norte, Austrália, Japão, Malásia e Coreia do Sul.

A restrição vale a partir da próxima segunda-feira (23) e não afeta brasileiros, nascidos ou naturalizados, nem imigrantes com prévia autorização de residência no Brasil.

Questionado sobre as razões da escolha desses países, o Ministério da Justiça alegou maior risco de contágio, mas não soube explicar porque os Estados Unidos não estariam então entre os países com restrição de entrada.

De acordo com o site https://infographics.channelnewsasia.com/covid-19/map.html que faz acompanhamento em tempo real dos novos caos no mundo, o país norte-americano ultrapassou 14 mil casos de coronavírus, com mais de 5 mil novos casos registrados apenas nesta quinta, perdendo apenas para a Itália em número de novas infecções.

Ao mesmo tempo, o Japão tem apenas 962 casos e a Austrália, 756. A China, onde a epidemia começou e o número de infectados passa de 80 mil, teve apenas 39 novos doentes nesta quinta, e a Coreia do Sul, considerado um caso de sucesso no controle da epidemia, tem hoje 8,6 mil doentes, mas registrou apenas 239 novos.

Foi nos Estados Unidos que boa parte da comitiva do presidente Jair Bolsonaro foi infectada pelo coronavírus, depois da viagem presidencial a Miami, há 10 dias. Hoje, 15 membros da comitiva já registraram a infecção, entre eles o ministro de Segurança Institucional, Augusto Heleno, e o chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência, Fabio Wajngarten- primeiro a mostrar sintomas e ter o vírus detectado.

A portaria não restringe a entrada de brasileiros que estejam nesses países, ou estrangeiros com residência fixa no Brasil. Também será autorizada a entrada de pessoas em missão de organismos internacionais e diplomatas acreditados no Brasil, estrangeiro que esteja vindo ao país para se reunir com sua família e pessoas cuja entrada seja do interesse do governo brasileiro.

O transporte de cargas também continua liberado.

Mais cedo, o governo já havia editado portaria fechando as fronteiras terrestres do país com o restante da América do Sul, com exceção do Uruguai, com quem há uma negociação em separado.
Fonte: Alternativa com Reuters

A economia global tem sido gravemente afetada pela disseminação do novo coronavírus e um dos setores mais atingidos é a indústria da aviação

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As companhias aéreas podem perder até US$ 113 bilhões (R$ 523 bilhões) em receita este ano devido ao impacto do vírus, segundo estimativa da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA, na sigla em inglês).

“O impacto da covid-19 é quase sem precedentes”, disse Alexandre de Juniac, diretor-executivo da organização, na última quinta-feira.

“Em pouco mais de dois meses, as perspectivas da indústria em grande parte do mundo deram uma reviravolta dramática”.

O setor sofreu uma queda drástica no tráfego de passageiros devido ao medo que as pessoas têm de serem infectadas ao viajar.

A epidemia causou estragos em grande parte das empresas, que, por causa do surto, foram forçadas a reduzir voos e cancelar temporariamente algumas rotas.

A companhia aérea alemã Lufthansa anunciou sexta-feira que reduzirá sua capacidade em até 50% nas próximas semanas para enfrentar as consequências financeiras da crise.

A decisão foi tomada apenas um dia depois que a empresa cancelou 7,1 mil voos na Europa em março e todos os seus voos para Israel.

O impacto do vírus na aviação se refletiu nas bolsas de valores nas últimas semanas, com quedas generalizadas de cerca de 10% e alta volatilidade.

No Brasil, as ações das principais companhias aéreas registraram forte queda devido ao temor com o coronavírus e a alta do dólar. A Latam cancelou temporariamente os voos para Milão, na Itália, e permitiu a remarcação gratuita das passagens.

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Passageiros presos
Aéreas de baixo custo como EasyJet ou Ryanair estão entre as mais afetadas, enquanto a britânica Flybe anunciou na quinta-feira sua falência e deixou passageiros presos em diferentes cidades, informando-os de que devem retornar por seus próprios meios.

A Flybe havia escapado do colapso graças a uma ajuda do governo, mas a epidemia do coronavírus acabou provando-se fatal.

“Todos os aviões estão em solo e as operações no Reino Unido cessaram com efeito imediato”, anunciou a empresa, pedindo aos clientes que não fossem aos aeroportos, já que não há voos alternativos.

“Apesar de todos os esforços, agora não temos alternativa”, disse Mark Anderson, diretor executivo da empresa.

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Voos por US$ 4
Pouquíssimas pessoas estão voando para a China, enquanto as viagens ao interior do país também caíram. Os voos entre Xangai e Chongqing estão sendo vendidos por apenas US$ 4,10, segundo o South China Morning Post.

O cancelamento de voos é influenciado tanto pela baixa demanda de passageiros quanto pelas restrições impostas para evitar uma propagação ainda mais extensa da epidemia no país asiático.

Nos países europeus mais afetados pelo declínio de turistas, como Itália, Espanha e França, o quadro é sombrio em alguns aeroportos e resorts.

“A queda no preço das passagens aéreas em todo o mundo está entre 15% e 30%”, disse à BBC Mundo Francisco Coll Morales, economista e analista do Fórum Mundial de Turismo.

“Nunca vimos isso antes”, diz o especialista. “É o maior desastre da história do turismo”.

A situação é tão grave, acrescenta ele, que as perdas para o setor de turismo como um todo podem chegar a US$ 70 bilhões (R$ 324 bilhões).

Coll Morales explica que a indústria do turismo tem sido um dos setores que mais crescem em todo o mundo nas últimas décadas.

Em 1990, foram 458 milhões de turistas, enquanto hoje esse número já superou 1,4 bilhão.

A globalização, a melhoria da infraestrutura, os custos mais baixos e o desenvolvimento impulsionaram o crescimento dos negócios, diz o analista.

“O turismo é um pilar fundamental da economia”, diz ele. E os setores mais afetados pelo vírus foram companhias aéreas, hotéis e operadoras de turismo.

A indústria do turismo representa 10,4% do crescimento econômico global e gera cerca de 319 milhões de empregos, ou seja, 10% do emprego global, segundo dados do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC, em sua sigla em inglês).

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A expansão da epidemia
Apenas duas semanas atrás, a IATA havia estimado que o surto custaria às companhias aéreas US$ 29,3 bilhões (R$ 136 bilhões) em receita, mas o cálculo rapidamente se tornou desatualizado devido à propagação do vírus que atingiu mais de 100 países.

Mais de 110 mil pessoas foram infectadas e quase 4 mil morreram em todo o mundo.

Na América Latina, a presença do vírus foi confirmada oficialmente na Argentina, Brasil, Chile, Equador, Peru, México e República Dominicana.

Além da China, a situação da indústria é especialmente delicada em países com mais de 100 casos, como Itália, França, Alemanha, Espanha, Irã, EUA, Coréia do Sul, Japão e Cingapura.

Essa crise de saúde já causou uma perda estimada de US$ 50 bilhões na economia mundial, de acordo com a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD).

E o crescimento econômico pode cair pela metade se o problema se prolongar e piorar, de acordo com as projeções da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Fonte: BBC Brasil

delta

A Delta anunciou nesta quarta-feira (4) que reduzirá o número de voos para o Japão entre 7 de março e 30 de abril. A aérea também informou que irá suspender os voos sazonais entre Seattle e Osaka em resposta à baixa demanda de passageiros por conta do Covid-19.

De acordo com o comunicado, a saúde e a segurança de clientes e funcionários são a principal prioridade da Delta.

A companhia aérea informou ainda que mantém um relacionamento contínuo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças e com a Organização Mundial de Saúde para garantir que o treinamento, as políticas, os procedimentos e as medidas de limpeza e desinfecção de cabine atendam as recomendações.

Os clientes com planos de viagem afetados podem acessar a seção ‘Minhas viagens’ do site da Delta para entender as opções disponíveis. Segundo a companhia, isso pode incluir a reserva em voos alternativos da Delta, as reservas em voos após 30 de abril, em companhias aéreas parceiras, reembolsos ou entrar em contato para discutir opções adicionais.
Fonte: Panrotas

“Você não pode esconder o problema caótico que coloca em risco muitas pessoas”, declarou Kentaro Iwata

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Um especialista japonês em doenças infecciosas criticou o governo por causa de um navio de cruzeiro atingido por coronavírus, dizendo que a quarentena foi administrada por “burocratas” que alimentaram a crise por não seguir os protocolos básicos.

Kentaro Iwata, do Hospital Universitário de Kobe (YouTube), levou suas críticas ao YouTube depois de passar um dia como médico voluntário no Diamond Princess. O navio de luxo se tornou um foco do novo coronavírus, com mais de 600 pessoas infectadas entre os 3.700 passageiros e tripulantes.

O navio atracou em Yokohama (Kanagawa) em 3 de fevereiro. O Japão foi criticado inclusive pelo Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC).

Mas as críticas de Iwata são algumas das mais assustadoras até o momento.

“O navio de cruzeiro era completamente inadequado em termos de controle de infecção”, disse ele em seu vídeo. “Não havia um profissional de controle de infecção dentro do navio e não havia ninguém encarregado da prevenção de infecção. Os burocratas estavam encarregados de tudo.”

Seus vídeos em inglês e japonês, criticando o que ele viu lá dentro, foram vistos mais de um milhão de vezes e forçaram uma resposta do governo.

Ao ser questionado sobre os vídeos e as críticas, o principal porta-voz do governo, Yoshihide Suga, disse que os funcionários enviados ao navio estavam completamente protegidos contra infecções através do uso de máscaras e lavagem das mãos. O governo defendeu repetidamente suas medidas dizendo que elas foram apropriadas.

Iwata disse nos vídeos que ele se ofereceu para ajudar na quarentena, mas ficou surpreso com o que viu lá dentro. Em relação aos protocolos que ele viu no combate ao ebola, Sars e cólera, não havia distinção entre uma zona verde, livre de infecção, e uma zona vermelha, potencialmente contaminada por vírus, ressaltou ele.

Ele falou de suas preocupações para as autoridades no navio e mais tarde recebeu ordens para deixar o local.

Iwata disse à Reuters que poderia enfrentar danos profissionais por sua repreensão pública ao governo. Ele disse que publicou os vídeos por insistência de sua esposa, que também é especialista em doenças infecciosas e disse que era seu dever profissional divulgar o fato.

“Você não pode esconder o problema caótico que coloca em risco muitas pessoas”, disse Iwata. “Você precisa realmente fazer algo a respeito.”

Fim da quarentena
Um segundo grupo de cerca de 500 passageiros japoneses e estrangeiros do navio de cruzeiro atracado no porto de Yokohama (Kanagawa) deve desembarcar nesta quinta-feira (20) após duas semanas em quarentena a bordo.

A rápida disseminação da doença – o Japão tem bem mais da metade dos casos conhecidos fora da China – provocou críticas às autoridades poucos meses antes dos Jogos Olímpicos de Tóquio.

O primeiro grupo de passageiros que testaram negativo e não apresentaram sintomas desembarcou na quarta-feira.

As autoridades de saúde do Japão não impuseram nenhuma restrição de trabalho, viagem e convívio social aos passageiros considerados saudáveis, a não ser o uso de máscaras e outros cuidados no cotidiano. Na quarta-feira, eles foram levados de ônibus para estações próximas e puderam voltar para casa usando transportes públicos. Mas, caso apresentem algum sintoma, devem comunicar as autoridades.

Isso trouxe uma certa preocupação no país, uma vez que alguns passageiros que inicialmente testaram negativo foram diagnosticados com coronavírus após novos exames.

“Se qualquer um dos 500 indivíduos (que desembarcaram) estiver infectado, não conseguiremos contê-lo”, disse o parlamentar da oposição Kazunori Yamanoi ao ministro da Saúde, Katsunobu Kato.

Kato defendeu novamente a resposta do governo, dizendo no Parlamento que, embora um navio seja diferente de um hospital, as autoridades responderam diariamente a questões apontadas por especialistas.

O secretário de gabinete Yoshihide Suga, quando perguntado em uma entrevista coletiva por que os japoneses que deixaram o navio não precisaram passar mais duas semanas em quarentena, disse que o governo seguiu as orientações do Instituto Nacional de Doenças Infecciosas (NIID) do Japão.

O NIID disse que não haveria problema se as pessoas não apresentassem sintomas por 14 dias e tivessem testado negativo para o vírus durante o período de quarentena.
Fonte: Alternativa com Reuters

Com a expansão do número de pacientes infectados com o novo coronavírus o Aeroporto de Chubu também estará apto a realizar exame a partir de fevereiro

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Com a expansão desse novo coronavírus o número de pessoas infectadas aumenta a cada dia. A equipe de inspeção está sendo preparada para exame a partir do próximo mês na estação de quarentena no Aeroporto Internacional de Chubu-Centrair, em Tokoname (Aichi).

Baseada na Lei de Quarentena a pessoa que for detectada com o vírus poderá ser encaminhada compulsoriamente para o hospital para ser internada, já que a enfermidade provocada pelo coronavírus foi designada como “doença infecciosa especificada”.

O Centrair fará o exame a partir do dia 7 com os kits enviados pelo governo. Antes dos passageiros passarem pelo portão de entrada, especialmente aqueles que tiverem histórico de passagem por Wuhan, China, serão convidados a fazer o exame. E também daqueles que ao passarem pelo sistema de termografia apresentarem febre e outros sintomas.

No caso do resultado ser positivo serão encaminhados para uma instituição médica. O Centro de Saúde e Higiene de Nagoia, em Moriyama-ku, já está preparado e equipado para realizar o exame desse novo vírus.
Fonte: Portal Mie com CTV

Apesar de tráfego pesado, Haneda gerou 85.6% de seus voos pontualmente em 2018, fazendo com que ele se tornasse o mega-aeroporto mais pontual no mundo

tokyo airportHaneda, oficialmente chamado de Tokyo International Airport, é o quinto aeroporto mais movimentado do mundo, com quase 87 milhões de passageiros passando por ele em 2018. Ele ultrapassa os principais centros internacionais de Chicago O’Hare (83 milhões), Heathrow (80 milhões) e Hong Kong (74.5 milhões) em termos de demanda de passageiros.

Apesar de tráfego pesado, Haneda gerou 85.6% de seus voos pontualmente em 2018, fazendo com que ele se tornasse o mega-aeroporto mais pontual no mundo – uma característica notável considerando que a média para um aeroporto de seu tamanho foi de somente 77.1%.

Isso é de acordo com dados do grupo analista de aviação OAG. A empresa analisou 58 milhões de registros de voos de 2018 com a finalidade de fazer suas avaliações.

Ainda mais impressionante é que Haneda vem sendo constantemente pontual, com o título por quatro a os consecutivos.

Então, como esse portal de Tóquio acomoda tal volume exorbitante de viajantes, enquanto também é eficiente, limpo e acolhedor?

Sua pontualidade é em parte graças à absoluta determinação de seus funcionários, que têm ajuda de uma série de tecnologias inovadoras, as quais são usadas em todo o aeroporto.

Manipuladores de bagagens: uma engrenagem fundamental
No lado doméstico do aeroporto, manipuladores de bagagens da Japan Airlines erguem 17.000 bagagens todos os dias. Eles são engrenagens fundamentais nas operações de voos sem fim e devem ser ágeis, visto que a companhia aérea visa entregar as bagagens do avião para os passageiros em 10 minutos.

Esses funcionários fazem alongamentos antes de cada turno para evitar tensão muscular.

E para aumentar a eficiência, a aérea está testando uma nova vestimenta robótica chamada ATOUN Model Y.

O exoesqueleto vestível fornece suporte extra para a parte inferior do corpo, usando motores e sensores para antecipar quando assistência mecânica é necessária. Seu suporte tem foco na região lombar, dando a sensação de que a bagagem está mais leve, e reduzindo a força física sobre o corpo.

“Com esse aparelho, a velocidade e precisão da operação são melhoradas”, disse Kotaru Shintani, supervisor de manipulação em solo para a Japan Airlines. Ele frisa também que os manipuladores ficam menos exaustos até o fim do dia.

Similar ao Model Y, a Japan Airlines e a ATOUN estão trabalhando para criar um dispositivo para suporte dos braços. Eles esperam que a tecnologia os ajude a lidar com mais carga e aumente seu leque de trabalhadores, visto que o trabalho fica fisicamente menos rigoroso.

A importância da pontualidade na cultura japonesa
Esse comprometimento com a pontualidade se estende para outras partes do aeroporto também.

No terminal internacional, viajantes são recebidos por uma experiência distintivamente japonesa de aeroporto.

No andar do mezanino acima do check in, há uma rua comercial inspirada no século 17 do Japão, incluindo uma réplica de uma ponte, a Nihonbashi, construída com madeira de cipreste Yoshino.

A rua comercial no estilo Edo abriga 30 restaurantes que servem sushi, yakitori e oden aos clientes que estão compressa. Dentre eles está o Katsusen, um restaurante especializado em tonkatsu, ou costeleta de porco frita. O restaurante cozinha para cerca de 300 clientes por dia, e para muitos deles, o tempo é essencial.

De acordo com o gerente do Katsusen, Hideyaki Kimihara, lidar com a pressão se deve à mentalidade de seu pessoal. Muitos dos trabalhadores em Haneda foram socializados para considerar a pontualidade sagrada desde a tenra idade.

“As pessoas no Japão são criadas com esse costume”, disse ele. “Assim que você se torna adulto, a importância da pontualidade já está marcada na sua mente”.

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Além do tempo
Não é somente a pontualidade que torna esse aeroporto tão popular entre viajantes frequentes.

Pelos últimos seis anos, o Aeroporto de Haneda ganhou classificação de qualidade de cinco estrelas da Skytrax. Somente 12 aeroportos foram certificados com cinco estrelas, e o Haneda é o único aeroporto dentre os cinco mais movimentados do mundo que recebeu status de “primeira classificação”.

Rotineiramente Haneda é nomeado o aeroporto mais limpo do mundo pela Skytrax World Airports Awards, e ele recebeu um Japan Toilet Award do governo – graças às instalações acessíveis e bem mantidas do aeroporto.

Enquanto isso, Haneda ficou em segundo lugar nos rankings de melhores aeroportos da Skytrax em 2019, subindo uma posição em relação ao ano anterior. Ele também foi premiado como o Melhor Aeroporto Doméstico do Mundo e pelas melhores instalações para passageiros com mobilidade reduzida.

O aeroporto também é muito conveniente, já que fica a menos de meia hora de trem da estação de Tóquio, o terminal ferroviário central da cidade.

Mais passageiros chegando
Por enquanto, Haneda conecta viajantes a 49 aeroportos dentro do Japão e 80% de seus passageiros são domésticos.

Entretanto, com as Olimpíadas de Tóquio 2020 se aproximando, há metas ambiciosas para aumentar o número de visitantes internacionais para o Japão no próximo ano, e Haneda será um portal fundamental para o país.

A Organização de Turismo do Japão espera receber 40 milhões de viajantes em 2020, quase quatro vezes os números de 2013. Para facilitar o crescimento, Haneda está adicionando outras 50 rotas internacionais ao seu cronograma de voos diários e passando por uma reorganização de seus terminais.

O desafio para Haneda será manter esses altos padrões com um aumento amplo no tráfego.
Fonte: Portal Mie com CNN

Medida visa incentivar o setor de aviação civil

taxa adicional de embarque internacional
O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, disse na segunda-feira (28) que o governo vai deixar de cobrar a taxa adicional na tarifa de embarque internacional. Segundo o ministro, a medida faz parte de uma série de ações que o governo vai tomar para diminuir regulamentações no setor, visando incentivar o setor de aviação civil e a entrada de novas empresas aéreas no país.

“Vou antecipar uma das medidas: é a eliminação da taxa adicional de US$ 18 para voos internacionais”, disse o ministro após participar do Fórum de Líderes da Associação Latino-Americana de Transporte Aéreo (Alta).

Criada em 1999, é taxa é paga pelos passageiros que viajam para fora do país e feita junto com a tarifa de embarque e é uma das fontes de receita do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), que financia melhorias na infraestrutura aeroportuária.

O fim da cobrança da taxa extra de embarque deve ser incluído em uma medida provisória que agrega ações para o fomento do turismo no país.

De acordo com o ministro, a intenção do governo é aumentar a quantidade de passageiros e também de cidades com voos no país. Atualmente 140 milhões de passageiros são transportados por ano no país, em voos para 140 localidades. “Nossa ideia é chegar a 200 milhões de passageiros em 200 localidades em 2025, com os investimentos que estão sendo gestados até agora”, disse Freitas.

O ministro disse acreditar que com o fim da taxa adicional, as empresas de baixo custo, que já atuam em voos internacionais no país, vão passar a ter interesse no mercado doméstico

“Temos várias empresas que estão em tratativas com conosco. Essas empresas começam a operar as rotas internacionais e na sequência elas devem ingressar no mercado nacional fazendo voos domésticos”, disse.
Fonte: Agência Brasil por Luciano Nascimento / Foto: Tomaz Silva

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